Como saber se um produto tem muita gordura, sal ou açúcar em sua composição

Ajudamos você a interpretar os rótulos dos alimentos que você encontra no supermecado
Já todos os alimentos vêm com seu rótulo nutricional com a composição, mas 3 3 gramas de gordura é muito?, de quanto açúcar um alimento não é saudável? Damos-lhe pistas com esta caixa de quantidades em 100 g de alimento, tire-lhe uma foto e assim o leva sempre em cima quando vai comprar. Repare que colocamos gordura saturada e não gordura em geral porque a gordura não é ruim por si só, o contrário, é uma obrigação. Igualmente não colocamos carboidratos, mas apenas açúcar.

Gorduras saturadas
Saudável: Até 1,5 g/100 g

Médio: 1.6 a 5 g / 100 g

Insalubre: mais de 5 g / 100 g

Açúcar
Saudável: até 5 g / 100 g

Médio: de 5,1 a 10 g / 100 g

Insalubre: mais de 10 g / 100 g

Sal
Saudável: até 0.3 g / 100 g

Médio: 0,4 a 1,5 g / 100 g

Insalubre: mais de 1,5 g / 100 g

Conhecer a quantidade de calorias e nutrientes como proteínas, gorduras, açúcares, vitaminas ou minerais, e especialmente os ingredientes que fornecem cada um desses nutrientes no produto, é fundamental para escolher os alimentos mais adequados para nos manter saudáveis e prevenir ou controlar alguns tipos de patologias.

Em primeiro lugar, o que tem uma etiqueta para me oferecer?

Na Argentina, de acordo com a legislação recentemente aprovada, o objetivo é suprimir a promoção de “alimentos saudáveis” quando na realidade não são e a maneira de fazê-lo evidenciá-lo é através de “cartazes” que advertem quando estes produtos têm excesso de açúcares, sódio, gorduras saturadas e totais e calorias de comestíveis processados e ultraprocessados.

Deste modo, o projeto busca, segundo assinalaram, que exista um consumo informado, ao qual qualificaram como um”direito da sociedade”

Outros elementos obrigatórios que devem constar da rotulagem são o nome ou denominação de venda (por exemplo, tofu, hambúrguer, queijo curado, etc.), o lote de fabrico, o teor líquido, o título alcoométrico (apenas quando este for superior em volume a 1,2%), o nome e o endereço do fabricante ou embalador, a data de durabilidade mínima, a data de validade e a lista de ingredientes (enumerados sempre por ordem decrescente de peso, sendo o primeiro ingrediente o mais abundante no produto e o último ingrediente o menos abundante).

Quanto ao açúcar….

Para conhecer a quantidade de açúcar dos produtos alimentares devemos procurar no rótulo nutricional a especificação: carboidratos, dos quais açúcares ahí e aí poderemos ver os gramas exatos por 100g de produto. Só que, com o açúcar é muito fácil, quantos menos açúcares adicionados melhor, sendo 0 açúcares a melhor escolha. No entanto, devemos ter em mente que o rótulo “sem açúcares adicionados” significa que esse produto não recebeu açúcar refinado extra, mas não significa que não contenha açúcar ou seja baixo em açúcares, o que isso significa é que o açúcar que pode conter vem dos ingredientes do alimento em questão de maneira natural.

Por exemplo, o mel é um produto sem açúcares adicionados, mas consiste em açúcares simples quase inteiramente. O mesmo se aplica aos sumos naturais sem adição de açúcares, que contêm numa ração a quantidade de açúcar que trariam três pedaços de fruta, sem os benefícios desta.

Foge do light!

Cada vez encontramos no mercado mais produtos com o rótulo “light” e pensamos diretamente que esses produtos são baixos em calorias, mais saudáveis e também nos ajudam a perder peso. Cuidado, nada mais longe da realidade, é puro mercado.

A legislação considera light qualquer produto que contenha 30% menos calorias do que sua versão original. Ou seja, se uma maionese industrial de uma determinada marca contiver 680 kcal por 100 g, poderá rotular-se como light aquela versão da mesma que contenha 30% menos de energia, ou seja, que aporte 476 kcal por 100 gr, o que permanece muito elevado e não a converte num produto saudável em absoluto. Além disso, o mais importante é que o termo light só faz referência a essa redução em calorias, mas não fornece nenhuma informação sobre os ingredientes, de modo que podemos estar diante de um ‘ultraprocessado insalubre’, zero interessante. Um produto ruim, com menos quilocalorias, ainda é um produto ruim.

Gorduras boas e gorduras ruins?

A indústria há muito queria nos fazer acreditar que as gorduras saturadas são ruins e as insaturadas são boas, mas graças à evidência científica atual, sabemos que isso não é realmente assim. Hoje sabemos com certeza que as gorduras saturadas não têm evidências reais de serem prejudiciais à saúde, desde que sejam provenientes de matérias-primas ou alimentos naturais, como um coco natural ou um leite de vaca.

Por outro lado, as gorduras insaturadas não precisam ser necessariamente saudáveis se as consumirmos a partir de ultraprocessados ou produtos que sofreram altas temperaturas e outros processos que degradam sua qualidade. Por esse motivo, o que devemos evitar são todos aqueles produtos ultraprocessados que carregam gordura hidrogenada, gordura vegetal hidrogenada, gorduras parcialmente hidrogenadas ou gorduras trans, dado que estas gorduras são as mais prejudiciais e as mais associadas ao risco cardiovascular. Eles são abundantes em produtos de pastelaria, biscoitos, pães de supermercado, pré-cozidos, sorvetes e sobremesas lácteas.

Esclarecendo isso, vamos com a gordura adicionada que é saudável: aquela que vem do azeite extra virgem (por sua sigla, EVOO).

O meu conselho…

Se você comprar um alimento e não tiver rótulo en Parabéns, você provavelmente adquiriu uma matéria-prima! Se você pensa em matérias-primas, estas são frutas, legumes, legumes, cereais, nozes, sementes, carne, peixe difícil é difícil errar com esses alimentos, certo?

Se um produto não tem informações nutricionais geralmente é um bom sinal porque estamos diante de um alimento não processado. É verdade que este conselho não poderia ser aplicado como verdade absoluta, mas geralmente, é difícil fazer uma cesta de compras insalubre se você for ao mercado em vez de ao supermercado e comprar matérias-primas de qualidade.

E não se esqueça… não há nada mais benéfico para sua saúde, seu planeta e sua economia do que comprar fresco, natural, local, sazonal e ecológico (sempre que possível).

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